Insuficiência Renal em Cães e como a alimentação natural pode ajudar




A insuficiência renal em cães é um tema que sempre causa preocupação nos tutores, seja na hora de confirmar o diagnóstico, entender a causa ou mesmo mudar a rotina dos peludos.

Justamente por isso, é essencial entender melhor esse quadro, para saber o que pode ser esperado e quais os cuidados básicos.

Dessa forma, vamos apresentar aqui como a alimentação natural pode ajudar você a cuidar do seu pet, aumentar a qualidade de vida e garantir bem-estar e saúde.

Não perca mais tempo, boa leitura!Insuficiência Renal em Cães

Insuficiência renal em cães – Entenda

A princípio, você precisa conhecer um pouco mais sobre essa condição antes mesmo de entender o papel da alimentação natural na vida dos pets.

Com isso em mente, a insuficiência renal em cães é bem parecida com a em humanos.

Basicamente, essa condição significa que em torno de 75% dos rins não estão funcionando como deveriam. Sendo que é nessa etapa que os sintomas começam a surgir.

Além disso, lembre-se que os rins são essenciais para o organismo dos animais.

Isso porque, é nesse órgão é que realizada a filtragem do sangue, eliminando as substâncias que podem ser tóxicas para o corpo.




Então, quando os rins começam a parar de funcionar, essas substâncias tóxicas, como o ácido úrico, vão parar no organismo do animal. Gerando uma série de problemas.

A insuficiência renal pode ser aguda ou crônica, sendo que cada uma apresente alguns sintomas característicos.

Insuficiência renal aguda:

A insuficiência renal em cães aguda é caracterizada por processos, ou seja, é causado por fatores não hereditários.

Geralmente, o cão passa por uma infecção ou inflamação que lesiona os rins.

Assim, esse quadro é comum quando o pet faz uso de medicamentos anticoagulantes, anestesias ao longo da vida e mal sucedidas, vermes, exposição a toxinas e outros.

Justamente por isso, os sintomas podem ser percebidos mais rapidamente, já que os tutores estão acompanhando a saúde do pet.

Pense que, o pet está fazendo algum tratamento e, com isso, realiza exames, o que facilita o diagnóstico.

Dessa forma, os sintomas mais comuns são:

  • Aumento na produção de urina ou falta de xixi;
  • Sede excessiva;
  • Mau hálito;
  • Redução do apetite;
  • Febre;
  • Diarreia e/ou vômitos;
  • Depressão;
  • Andar cambaleante.

Insuficiência renal crônica:

Crônico aqui significa que o pet possui algum fator hereditário, ou seja, que nasceu com ele e que é responsável pela doença.

Geralmente, os sintomas demoram a aparecer, o que faz com que você perceba quando a situação já é grave.

Entre os sinais mais comuns estão:

  • Ausência de vontade de fazer xixi ou xixi em excesso;
  • O cão tem dificuldades para seguir uma rotina, que antes seguia facilmente, principalmente para “ir ao banheiro”;
  • Mal-estar geral;
  • Apatia.

Normalmente, os sintomas aparecem após os sete anos de idade.

Enfim, você precisa saber que algumas doenças renais não tem cura, mas é possível garantir que o pet tenha uma vida de qualidade.

Ou seja, é essencial oferecer todos os cuidados e tratamentos necessários para que o seu cãozinho viva da melhor forma.

Além disso, o tratamento varia de acordo com a condição e cauda da insuficiência renal em cães. Sendo preciso um acompanhamento.

Quando a condição é aguda, quanto antes você perceber os sintomas e levar a um profissional, maiores as chances de reversão do quadro.

Importante:

Em muitos tratamentos, pode ser necessário a medicação contínua, que tem como objetivo controlar os sintomas.

Já a diálise, é uma opção de tratamento direcionada para casos mais específicos, apenas para alguns estágios da doença.

Dessa forma, a diálise faz o trabalho dos rins, filtrando o sangue e eliminando as toxinas, para evitar que elas acabem no organismo do animal.

Como a alimentação natural pode ajudar

Como a alimentação natural pode ajudar

O que você talvez não saiba é que o tratamento para insuficiência renal em cães inclui uma mudança na alimentação.

Isso porque, esses animais precisam seguir uma dieta especial, que é prescrita pelo profissional.

Assim, a alimentação passa a ser mais natural e livre de produtos tóxicos, para reduzir a cargas sobre os rins do pet.

E não é só isso, a alimentação natural também é capaz de compensar de forma parcial toda as alterações do organismo.

Em suma, quando os rins não conseguem filtrar direito o sangue, o pet pode acabar eliminando também nutrientes e minerais essenciais.

Portanto, a alimentação tem como premissa compensar essa perda e recuperar os eletrólitos do animal.

Ao mesmo tempo, pets que tem essa condição podem enjoar rapidamente da comida.

Quando isso acontece, acabam comendo cada vez menos, o que compromete ainda mais a saúde dos peludos.

Em outras palavras, uma alimentação natural variada auxilia na reposição de nutrientes e ainda evita que o pet se acostume com os pratos. Mantendo a fome em dia.

Indo além disso, a alimentação natural também é mais úmida, o que ajuda o pet na hidratação e também na eliminação das toxinas do corpo.

Para você ter uma ideia, a alimentação natural é oferece até sete vezes mais água que a ração, algo essencial na insuficiência renal em cães.

Uma dica é conversar com o seu veterinário para começar a mudar agora a alimentação dos pets, até para prevenir a insuficiência renal.

Afinal, por ser rica em nutrientes e úmida, a AN melhora o funcionamento renal e evita essa condição.

Geralmente, no início, pode ser indicado mesclar a alimentação, para não mudar bruscamente e facilitar a adaptação do pet.

Como os animais que estão doentes podem ter menos apetite, a dica é oferecer alimentos ricos em nutrientes, mais pastosos e fracionar as porções ao longo do dia.

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Dica de ouro:

Cães que possuem qualquer tipo de condição precisam de acompanhamento veterinário, para evitar a progressão da doença.

Por isso, visite regularmente o veterinário e fique de olho no comportamento do seu pet.

Se notar qualquer tipo de sintomas ou alteração, como falta de apetite por mais de dois dias, pode ser necessário mudar a alimentação ou iniciar a suplementação.

Por fim, você ainda ficou com alguma dúvida? Comenta aqui embaixo.

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Grande abraço e até o próximo post!

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